First Month

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One candle, with love

Eu sou uma pessoa que gosta de celebrar. Quando comecei a namorar, celebrava meses. Agora celebro anos, embora de quando a quando olhe para a data e pense “faço 3 anos e x meses”. Gosto de celebrar os aniversários das pessoas, as conquistas que conseguem atingir, as datas festivas, tudo!

Bem, hoje celebro o primeiro mês deste blog.

O “this girl’s secret life” foi criado numa altura em que andava aborrecida e não tinha nada para fazer, supostamente para vos falar das minhas aventuras à procura de trabalho. As férias de verão já tinham terminado para a maior parte das pessoas, já todos tinham voltado às suas vidas, e eu permanecia parada. Toda a ideia aqui era ser anónima, afinal, é a “vida secreta”, porém publico bastante fotografias minhas embora meio despercebidas. Um dia hão de descobrir quem sou, não se preocupem.

Anyway, não desviando do assunto… há anos que ando pela blogsfera. Tive um blog de histórias – sim, eu escrevo, muito – no sapo por 5 anos, mas desisti dele quando perdi todo o tempo livre com a faculdade. Ultimamente tenho também andado um pouco ausente deste graças ao novo estágio, porém não vos vou abandonar tão depressa.

Por isso… parabéns a mim, parabéns ao blog, e parabéns a vocês que me aturam!

Beijinhos e Abraços,

– A

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Over The Knee

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Be Fashion, Love Fashion

Isto não é um blog de moda. E com isto quero dizer que não vou andar para aqui a dizer que o casaco Y assenta super bem com as calças X e a camisa W porque é o que a moda diz… Apesar de seguir, e de gostar, desse género de blogs, não é o que quero concretizar neste.

Isto dito, quero apenas falar de uma tendência pela qual me apaixonei, que é as botas over the knee. Sejam pretas, de cor, de saltos ou rasas, rendi-me por completo e não resisti a comprar umas.

É uma tendência que vocês gostem?

Beijinhos e Abraços,

– A

They Talk About Love

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But what do they know?

 

As pessoas falam de amor. Dizem que “o amor é o fogo que arde sem se ver”. Que “o amor é cego”. Inúmeras outras coisas. Mas sabem do que falam?

O amor é… amor. Para mim, amor é os pequenos grandes gestos do dia a dia. É o saber que daqui a uma semana, um mês ou um ano as coisas podem já não estar iguais, mas tentar todos os dias que essa mudança seja positiva e não negativa. É um pequeno-almoço na cama, ou uma corrida matinal até à porta da pessoa apenas para dizer “bom dia”. É uma rosa, e marcar presença num evento quando o que mais apetecia era estar no sofá de pijama, porque é importante para a outra pessoa. É um bolo da caneca no inverno, e um starbucks feito em casa com bastante refil de chantilly; é crepes com gelado no verão, e limonada bem fresquinha feita com os limões do quintal; é passar os lenços durante as alergias da primavera, e emprestar o casaco quando chegam os primeiros frios de outono. É dizer “eu avisei” quando sabes que isso vai causar uma irritação imensa, mas ser a cura para essa raiva toda. É passar numa loja e pensar “isto é cara dele/a”. É um último pensamento antes de adormecer. É o imaginar de um futuro. É um aconchego debaixo das mantas numa noite fria, e uma guerra de cócegas ao acordar.

As pessoas falam de amor… mas o que é o amor além de tudo aquilo que já foi dito?

Eu falo de amor… Mas o que é que eu sei?

Beijinhos e Abraços,

– A

 

Uber vs/ Táxis

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Better go on foot

Apesar dos meus leves 21 anos, considero-me bastante oldfashion em algumas coisas: a minha agenda tem de ser de papel, e não no telemóvel; um bloquinho de notas é sempre essencial, não um pc; contas à calculadora funcionam melhor que as fórmulas do excel; e por aí adiante.

Tal como se devem ter apercebido, hoje foi a manifestação dos taxistas. Quem é que não se apercebeu, right? E eu não me ia pronunciar sobre este assunto, porém é um pouco inevitável.

Eu, admito, nunca andei de Uber. E desta vez nem é por ser oldfashion, simplesmente nunca calhou. Sempre que precisei de ir a algum lado e que não pude usar os transportes, era um táxi que chamava. Apanhei taxistas honestos, e apanhei daqueles que em vez de cobrarem ao minuto cobravam quase ao segundo. Apanhei carros muito limpinhos, e apanhei outros que valha-me Deus. E é nisso que a Uber ganha. A Uber tem padrões de qualidade a respeitar, os condutores têm de estar apresentáveis e os veículos ainda mais. Não falo de serem carros deste ano… falo de serem carros prontos para transportarem as pessoas, em vez de serem um santuário com fotografias de anjos até ao tecto porque o motorista gosta. Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque.

Tenho noção que não posso generalizar a todos, como é lógico, porém os taxistas hoje mostraram um mau carácter do tamanho do mundo. Os tempos andam para a frente, as coisas evoluem, por isso de que têm tanto medo? Quem não deve não teme, sempre disse a minha avó.

As pessoas mais antiquadas preferirão sempre andar de táxi do que ir a uma aplicação – bolas, a maioria nem sabe lá ir se calhar. Em vez de andarem a vandalizar os carros da concorrência, porque não adaptarem-se à realidade dos dias de hoje? Porque não arranjarem um modo de trabalharem honestamente – todos! – e coexistir? Que necessidade há, de um taxista ir para a televisão dizer que “as leis são como as raparigas virgens: existem para ser violadas”? Mas isto é o quê afinal? É por causa de “senhores” como esse que os taxistas cada vez têm uma pior fama; por causa do mau aspeto que têm dentro dos carros sujos.

Com todo o espectáculo de hoje, a única coisa que conseguiram conquistar foi mais má fama. Mostraram um enorme desrepeito não só de propriedade alheia como pelas pessoas em si e, sem dúvida, perderam clientes. Bem ou mal, a Uber aproveitou-se da situação para mostrar apoio a quem precisaria de se deslocar e ganhou mais seguidores. Quem não faria o mesmo?

A continuarem assim os taxistas não precisam de temer nem esta, nem a próxima Uber que aparecer; as pessoas vão começar a preferir andar a pé.

E vocês, o que acharam desta situação?

Beijinhos e Abraços,

– A

 

Roses are Red, Violets are Blue…

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My heart beats only for you

 

A maneira ideal de terminar uma boa primeira semana de estágio é chegar ao fim do dia e receber aquela flor que tanto gosto, de quem tanto gosto que ma dê.

Ao longo três anos tenho recebido imensas, e bem como se diz… it never gets old.

Beijinhos e Abraços,

– A

Places I’ve Been | Vigo e Ilhas Cíes

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Sim, sou eu. Sim, estava bronzeada.

No verão passado fui com os meus pais para o norte de Espanha, e passámos uns dias em Vigo, onde tivemos a oportunidade de ir visitar as Ilhas Cíes.

Ora bem, sobre Vigo honestamente não tenho muito a dizer. Ficámos num bom hotel, o mais bonito e fancy onde fiquei até hoje, porém em termos de cidade não tinha muito para ver. Tinha a zona do centro, que num dia facilmente se via, e a zona da marina. Fomos sempre comer ao mesmo restaurantezinho e o empregado já nos tratava por “tu” da familiaridade que criámos. O engraçado é que quando lhe dissemos que éramos portugueses ele riu-se e disse logo “Ah, Portugal, um país muito giro para visitar e para morar, mas não para trabalhar”, acontece que já tinha estado a trabalhar no Algarve.

Aproveitámos para ir a uma praia lá perto, e juro por tudo… a areia parecia purpurinas. Era tão linda! Brilhava tanto, e quando íamos à água ainda se notava mais o brilho, fiquei rendida. Trouxe uma garrafa de areia para casa e não me envergonho!

Depois fomos então às Ilhas Cíes. Supostamente são umas das 10 ilhas mais bonitas do mundo, mas sinceramente… meh. São praticamente desertas, e de beleza não achei que tivessem nada – minha rica Arrábida -, porém tenho de lhes tirar o chapéu à água. Aquela água é, sem dúvida, a mais transparente – e mais fria – onde alguma vez estive. É completamente paradisíaca!

Achei piada às gaivotas de lá, que roubavam as sandes diretamente das mãos de quem as estava a comer. Eram sem-vergonha e sem-medo, rezo para que não venham para Portugal ou dominam isto tudo!

E vocês, já alguma vez foram para esses lados?

Beijinhos e Abraços,

– A

Car Trouble

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Cars suck, but walking is worse

Já alguma vez vos disse que sempre que saio com as minhas meninas algo dá errado?

Ou ativamos o alarme da casa de uma… ou presenciamos chamadas muito estranhas para o 112… ou uma de nós cai… ou há um problema no carro de uma delas. Houve uma vez em que estava de noite com uma delas e o carro não pegava graças à bateria… quando o pai dela chegou aquilo pegou; outra furámos um pneu e ainda bem que vinham dois moços connosco que se prontificaram a mudar o pneu… excepto que o que tínhamos de reserva não encaixava bem, portanto viemos com o pneu meio solto. É sempre uma aventura.

Bem, hoje fomos a Lisboa, e fui no carro da minha prima até aos barcos para passarmos para a outra margem – ah, é verdade, sou da zona onde são feitos os sonhos, margem sul – e não é que quando entramos no carro para voltar para casa aquilo não ligava? Estivemos, há vontade, uns 40 minutos a tentar e a única coisa que ligava era o rádio, nem um simples vrrum vrrum do motor. Eis que a mãe dela chega, dá à chave e voilá.

Só posso concluir que os carros não gostam de nós, mas bem… já em miúdas só fazíamos asneiras!

Beijinhos e Abraços,

– A

Good Night

Meu deus, tiro o chapéu a todas as pessoas que vêm do trabalho e ainda têm casa para arrumar e filhos para cuidar.
Talvez um dia me calhe a mim mas, por agora, boa noite.

Beijinhos e Abraços,

– A