Places I’ve Been | Porto

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Porto, prometo que regresso

Vou começar um género de rubrica onde vos vou falar um pouco dos sítios por onde já passei, e vou começar por um que simplesmente me fez apaixonar: Porto.

Era o verão de 2015, e a ideia de ir para o Porto surgiu como que de uma brincadeira. O meu namorado ia passar o verão fora, a trabalhar, e disse que com o dinheiro que ia fazer íamos ao Porto quando voltasse para compensar. No entanto nunca levei isso a sério, até porque nunca tinha ido a nenhum lado com ele sozinha – ou com amigos – e simplesmente achava que era daquelas coisas que falávamos mas que se iam ficar pelo sonho.

Bem, estava enganada.

No fim do verão então lá fomos. Quinta, sexta e sábado. Dois bilhetes de comboio. Um quarto de hotel. Muito entusiasmo para conhecer a cidade.

Eu apaixonei-me pelo Porto. Adorei a cidade, adorei o ambiente, adorei as pessoas. Passámos por todas as zonas emblemáticas, a Avenida dos Aliados, a Torre dos Clérigos, a zona ribeirinha e a Ponte D. Luís I – que atravessámos até Gaia a pé -, o Jardim do Palácio de Cristal, até o ilustre McDonald’s, tudo! No último dia conseguimos ainda apanhar o metro e dar uma escapadela até Matosinhos, dizer “olá” à praia.

O nosso hotel ficava quase a 40 minutos da baixa, e por isso chegávamos sempre mortos dos pés, mas valeu a pena. Valeu muito a pena.

Foi a minha primeira escapadela romântica e deu-me vontade de fazer muitas mais. Foi uma aventura, foi um sonho, foi tudo o que desejava que fosse.

Beijinhos e Abraços,

– A

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Nails Day

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Outra coisa que adoro – e em que até me safo bem – são unhas.

Desde o meu sexto ano que pinto as unhas, comecei porque pensei que se estivessem sempre bonitas, teria pena de as roer e assim podia parar o vício. A única altura mais prolongada que tive sem as pintar foi enquanto trajei na faculdade e, como isso acabou, voltámos em força.

Ao contrário da maioria das mulheres hoje em dia, não sou muito virada para unhas de gel. Para já, gosto de variar, canso-me depressa, por isso um verniz normal dura-me uma semana – dependendo do que faça, claro – e por isso depois está na altura de trocar. Claro que também tenho os dias de preguiça e por vezes ando com uma pinta de cor em cada unha porque ainda nem me dei ao luxo de passar com um algodão e acetona, algo que agora não irá acontecer.

Como sempre tive este bichinho, há uns meses uma tia ofereceu-me o “forno” para as unhas de gel, e outra ofereceu-me o kit de iniciação ao verniz gel.

Embora não faça unhas de gel, e ainda que um pouco reticente, na altura lá experimentei fazer as de verniz gel. Já tinha o material, vi uns tutoriais, o que poderia correr mal? Bem, nada muito grave, apenas aguentei menos tempo com as unhas pintadas do que se tivesse sido com o verniz do chinoca devido à minha falta de “habilidade”, ou ao facto de nunca ter usado estes materiais.

Ainda voltei a tentar, mas desisti por umas semanas e voltei ao verniz normal.

Ora, segunda começo o estágio e terei muito menos tempo durante a semana – vou passar a chegar a casa às 20h30! – e ao fim de semana de certeza que não vou querer estar de volta das unhas. Portanto, hoje foi dia de desarrumar aquele “forno” e os vernizes de gel que me ofereceram, e de caprichar um pouco até acertar. Estão longe de perfeitas, mas o bom em ser verniz gel e não mesmo gel é que nota-se menos quando são feitas por iniciantes, e como se põe exactamente como um verniz normal – com o pincel e assim – acaba por ser simples de manobrar. Uma coisa é certa: se com os verniz normais fazia padrões, desenhos, e tudo e mais alguma coisa, com o verniz gel por enquanto vou manter no mais simples possível.

Vamos ver quanto tempo isto dura.

Então e vocês, gostam de arranjar as unhas?

Beijinhos e Abraços,

– A

Another Piece of Me

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Decidi vir-vos falar um pouco acerca de algo que adoro fazer: para mim, um dia bom consta em passar horas confortável na cama a ver séries. Não preciso de estar de manta no sofá a comer pipocas, nem bem acompanhada – se bem que isso melhora logo ainda mais o dia – mas sim de não ser chateada e poder acompanhar as minhas séries preferidas.

Eu sou, cem por cento, a “Maria das séries”. Escolham uma, uma qualquer, e garanto-vos que ou já vi, ou estou a ver, ou experimentei e não gostei, ou está em lista de espera. Juro, tentem.

Os meus gostos vão desde a comédia – onde não posso deixar de destacar a legendary How I Met Your Mother, cujo final me partiu o coração, Friends, The Big Bang Theory ou Modern Family -, drama – onde temos por exemplo Grey’s Anatomy -, investigação policial – Bones, Castle, NCIS LA, CSI NY, Quantico ou Homeland – ou até mesmo fantasia – Once Upon a Time, Supernatural ou The Vampire Diaries -, não descurando o terror – Outcast – e os superheróis – Arrow e Flash.

E isto foram apenas aquelas que, agora em segundos, me consegui lembrar. As que vejo atualmente ou que mais gostei.

Sei que quando estão em hiatus passo para séries secundárias como The Fosters ou The Secret Life of the American Teenager porque tenho de me entreter com algo.

Então e vocês, são muito viciados em séries?

Beijinhos e Abraços,

– A

 

Last Beach Day

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Best feeling in the hole world

Bem, ontem foi um dia de meninas, passado com uma menina que já me atura desde o primeiro dia do primeiro ano.

Foi um dia de meninas na praia, o meu último dia no areal à beira água e a dar mergulhos de fugida porque o mar é frio. Mesmo assim, haverá melhor?

Beijinhos e Abraços,

– A

It’s Love, They Say

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Let’s talk about love

Era o primeiro período do 11° ano. Eu ia a passar no corredor da escola e vi um anúncio exposto a dizer que precisavam de pessoas para cantar no musical, a apresentar em Junho. Convencida por dois amigos inscrevi-me. Fiquei no coro e conheci várias raparigas e três rapazes. Foi bom, fez-me sair da minha zona de conforto. Ensaiávamos todas as semanas, mas não éramos propriamente unidos. No último ensaio, no dia da peça, é que começámos a ficar mais juntos e confortáveis uns com os outros. Um dos rapazes, o único no meu grupo, é que estava a tentar meter mais conversa. Minto se disser que não reparei logo nele, mas na altura nem liguei.

Os meses passaram.

Era a primeira semana do 12° ano quando olhei pela primeira vez para o portão da escola e reparei ter umas falhas na pintura – estava à espera de uma amiga e comecei a divagar. Pensei em como nada na minha vida tinha mudado desde que tinha passado por aquele portão pela primeira vez, ao entrar no 10º ano. Era a mesma rapariga “sem graça”, com as mesmas amigas, as mesmas conversas. Sim, ia a festas, sim, bebia com os meus amigos e saíamos à noite… mas faltava sempre qualquer coisa, e quando achava que a tinha encontrado, escapava-se-me por entre os dedos.

Então chegou aquela tarde em que, por pura estupidez, um anónimo me escreveu Dominum Tuo numa rede social da altura – ask.fm. As duas primeiras palavras do meu excerto do musical. Insisti e insisti, até me dizer que era o único menino que tinha cantado mesmo comigo no coro. Meti conversa no chat do facebook. Nesse resto de dia falámos e falámos e falámos. E durante as semanas seguintes também. Admito, comecei a apegar-me. E então ele arranjou uma namorada. Dizia que gostava imenso dela, que se davam muito bem. E então, de novo, decidi afastar-me pois não fazia sentido intrometer-me em algo que não me dizia respeito. Durou poucas semanas, e logo o primo dele me veio contar que tinham acabado. Mantive-me afastada, não era da minha conta.

Era março quando fui um fim de semana para Santarém, já tinhamos voltado a falar de novo, mas nada como dantes. Então, levada por todo o tédio, e visto que ele era um dos poucos para querem tinha sms grátis, mandei uma mensagem cuja resposta nunca me vou esquecer: “ahhh, sou a tua booty call, é?”.

A partir daí foi sempre a subir, mas na minha mente sempre insisti que éramos e iriamos ser sempre apenas amigos. Apesar de tudo, já não nos imaginava de um modo diferente. Falávamos todos os dias, de manhã à noite. Comecei a adormecer com o telemóvel na almofada, algo que nunca fazia. Na escola, quando passava por mim, metia-se comigo e eu com ele. Gostava dele porque, ao contrário dos rapazes com quem me dava, não me tratava com “paninhos quentes”. Conseguia não ter medo de me chocar, e assumia sempre que eu não era tão atinada como parecia.

Um dia estava no bar, às mensagens com ele, quando o meu amigo chegou ao pé de mim e apontou para uma mesa atrás da minha, olhei e vi-o lá a rir-se agarrado ao telemóvel. O outro disse-me “para estar com aquele sorriso parvo por ter recebido uma mensagem tua é porque aí anda coisa“, mas eu continuei sempre a negar. Então começaram as brincadeiros do ” tens de me pagar um shot”, e pouco tempo depois lá estávamos, na festa da minha terra, a beber shots com os amigos dele a espiar-nos de um modo nada subtil.

Seguiu-se a ida à Feira Medieval, depois do musical onde ele mais uma vez participou fazendo parte da banda de palco como guitarrista, apenas porque se deu ao trabalho de convencer a minha prima a ir e de “abandonar” os amigos para estar comigo.

E então, no dia 07/06/2013, tudo aconteceu. Depois de lhe ter prometido os slows que não houveram na gala, fomos para um bar e comprámos bebidas. Dançámos e dançámos, até que quis ir “apanhar ar”.

Ele ia à frente e pôs a mão para trás, para eu a agarrar. Não pensei duas vezes, agarrei-a e fui com ele. Sentou-se numa raíz saída de uma árvore. Falámos e rimos, até que ele me olhou nos olhos e quando parecia que me ia beijar, desviou a cara e começou a rir, foi um diálogo interessante depois, sempre gostou de gozar comigo.

– Parecia…

– Mas não foi…

– E vai ser?

– Não sei…

Nem acabei a frase e já o tinha a beijar-me. Senti-me como uma princesa num conto de fadas, depois do “baile”, com o príncipe encantado.

Agora mais de 3 anos passaram, e sei que contos de fadas não existem. Existe trabalho, esforço e força de vontade. E, também igualmente ou mais importante, amor.

Achei que vos devia fazer-se apaixonar um pouco, e agora sabem um pouco mais sobre mim.

Beijinhos e Abraços,

-A

Summer Experiences

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O melhor pôr-do-sol do Verão

Este verão, ao contrário do que possam pensar, não foi apenas apanhar banhos de sol. Graças a algumas pessoas – inclusive o meu namorado -, tive a oportunidade de ter o típico trabalho de verão no bar da praia, e fui então parar ao bar do Pestana Eco-Resort, em Tróia.

Inicialmente fui chamada apenas para substituir uma das pessoas que lá estava, mas por sorte acabei por fazer ainda grande parte dos meses de Julho e Agosto.

Todos os dias a equipa era apanhada pelo barco semi-rígido da empresa no porto de Setúbal – o que para mim era sempre uma aventura – e transportada para o local de trabalho: alguns meninos ficavam no posto da vela, na praia do Bico das Lulas, e eu e outra rapariga (ou eu e o chefe) rumávamos ao hotel Pestana. Saíamos pela praia, e com as ondas, e tudo o resto, digamos que houve um dia em que caí na água e cheguei ao bar bem bonita.

O trabalho era chato, sim, mas o ambiente era bom. Eram 9h de pé, e mais chato era ainda quando não havia clientes. No entanto gostei da experiência. Queria ter uma experiência diferente de trabalho daquela que seguiria na minha área, e fico contente por ter conseguido esta oportunidade. Quando não ia trabalhar, bem… ficava no apartamento com eles em Setúbal e de manhã davam-me boleia para a praia, e podia ficar no Bico das Lulas com os rapazes a usufruir das atividades náuticas, fosse canoagem, stand up paddle, vela – como já descrevi num post anterior – ou até fazer bóia (com o almoço incluído, cortesia do chefe!).

Até este verão, e embora viva relativamente perto, nunca tinha ido a Tróia. Gostei, mas muito desse amor que ganhei pelo local deve-se às pessoas e a tudo o que pude fazer pela primeira vez.

Em retrospetiva, acabei por ter o verão que queria: fui trabalhar, apanhei sol, fui de férias com os meus pais e numa fugidela romântica – histórias para outra altura -, e acabei por arranjar estágio.

Amanhã vou aproveitar o meu último dia de praia.

Acho que, no fundo, sou uma sortuda.

E vocês, como foi o vosso verão?

Beijinhos e Abraços,

– A

To Fit, or not to Fit

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Here’s the question

Tal como muitas outras pessoas, vivo no constante dilema “quero comer mas quero ser magra”, que se junta ao “quero ser magra mas não quero fazer exercício”.

Acontece que em Março meti na cabeça que ia começar a correr. Calma, não quis virar maratonista nem nada parecido, apenas dar umas voltinhas e ver se notava alguma diferença. Comecei pelo básico, até porque não aguentava muito: aos dois quilómetros já estava a falecer. E tentei fazer isso pelo menos duas vezes por semana. Ao fim da quarta ou quinta semana comecei, de facto a notar diferença, o que me motivou a continuar.

Ao início detestava, admito… assim que começava só pensava em quando iria acabar, porém comecei a apreciar esse tempo, dava para desanuviar de tudo o resto, era um género de tempo zen em que ninguém me chateava. Quando deixava passar vários dias sem ir, notava a necessidade de regressar aos treinos. Investi em alguma roupa, apenas o indispensável, como um bom soutien de desporto, umas leggins e uns ténis (oferta do melhor namorado e melhor amigos do mundo).

Dei por mim na Decathlon, a comprar um tapete de exercícios cor de rosa super giro, para os dias em que não me apetecesse ir à rua, e comecei a conjugar a corrida exercícios em casa.

Com o verão a coisa descontrolou um bocadinho, mas vamos voltar aos eixos.

O meu máximo, até agora, foi correr 5km seguidos e já me dei por muito feliz.

E vocês, gostam de exercício?

Beijinhos e Abraços,

– A

Online Shopping

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De tantas compras que falo aqui vão achar que sou viciada em compras. Não sou, promess

Em conversa aqui com outra blogger, ontem, combinei fazer um post acerca de compras online.

Muitas pessoas têm receio de encomendar coisas pela internet por variadíssimas razões. A peça pode não servir. Pode não chegar o que se encomendou. Podemos sofrer de fraude e serem-nos roubados os dados. Bem, ao longo deste ano decidi arriscar um pouco nessa área, e comecei por um site bastante conhecido: Showroomprive.

Apesar da ótima reputação, e de já várias amigas minhas terem tido uma ótima experiência com este serviço, a minha primeira compra não correu bem. Encomendei umas botas número 36, e chegaram-me a casa umas número 38. Resultado: depois, mesmo que quisesse trocar, já não havia o meu número. No entanto, não posso dizer mal de quem me acompanhou durante o processo de devolver as botas e recuperar o meu dinheiro; foram impecáveis, e em menos de uma semana após receberem as botas e averiguarem que o erro tinha sido deles tinham-me devolvido todo o valor.

Mesmo não tendo corrido bem, ainda não desisti deste site. Tem descontos de marcas bastante conhecidas – bons descontos! – e já sei que caso algo corra mal, a sua política de devoluções é segura.

Mas, não me sentindo satisfeita, andei em frente e decidi arriscar-me no AliExpress. Para quem não sabe, este é um website de coisas feitas maioritariamente na China, e o que mais me atraiu nele foi o facto de não termos de pagar os portes de envio da maior parte das coisas. É um site bastante abrangente – arriscar-me-ia até a dizer que tem de tudo – e tem desde coisas para a casa, produtos electrónicos, roupa, a bijutarias e até coisas para carros. É basicamente um Ebay, mas sem se pagar portes e com uma espera de 2 meses até recebermos as coisas – se vocês não se importarem de esperar, tal como eu não me importo, vale a pena.

Aqui o pagamento é feito através de cartão de crédito – penso que também tenha Paypal, porém nunca experimentei – e o envio da encomenda é feito até 10 dias após a verificação do pagamento. Depois é-nos dado um link através do qual podemos seguir a encomenda até esta sair da China. Por vezes conseguimos segui-la até à nossa casa, outras vezes não.

Comecei por encomendar duas capas de telemóvel para mim e uma para a minha mãe; poucos meses depois mandei vir uma blusa de alças pela qual me apaixonei e nem 5€ me custou, aí pedi ajuda ao vendedor para me ajudar com o tamanho a encomendar, e ele acertou em cheio; há um mês atrás mandei vir mais 4 capas, para os meus primos, e apenas falta chegar uma. Embora o tempo estipulado de espera até se receber o produto seja 2 meses, a mim nunca chegou a ser tanto. Quando quiser encomendar novamente algo, provavelmente será daqui.

Então e vocês, como foram as vossas experiências com as compras online?

Beijinhos e Abraços,

– A

 

About Today

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Ser gaja é do melhor que há

Bem, já vos falei do meu complexo de crescer, só não tinha falado que tal também se aplica à roupa.

Eu adoro moda. Adoro ver as tendências, seja de roupa como de sapatos. Mas – e claro que há sempre um “mas” -, não gosto de me ver com a maior parte da roupa mais… Adulta? Formal?

Bem, hoje foi dia de contrariar isso pois, tal como vos disse, vou começar a trabalhar. Vou ter de trocar os All-Star por uns sapatos mais adultos, e vou ter de trocar os tops e as saias curtas por algo mais… bem, repetindo-me, adulto. Por isso hoje, sim, fui às compras para mim. Comprei partes de cima, comprei partes de baixo, comprei sapatos, comprei uma mala… Consegui não fugir muito ao meu estilo, algo que acho importante, mas já sinto que são roupas mais apropriadas para o local onde vou trabalhar.

Agora resta esperar e ver.

Beijinhos e Abraços,

– A